As etiquetas, o seu poder

Marinho Pinto: ‘Se fosse Duarte Lima ia ao Brasil defender-me’

ARTIGO PUBLICADO NO D.N. em 28.19.2011

 

O bastonário da Ordem dos Advogados referiu esta quinta-feira no “Jornal da Uma” da TVI que se estivesse no lugar do antigo deputado ia ao Brasil defender-se das acusações

 

 

Comentário de Ulysses.

Isto não há nada que valha tanto como ter etiqueta. Pode ser um produto da Tailândia ou da Indonésia, feito em qualquer fundo de quintal, mas se tiver uma etiqueta com uma marca sonante todos se rendem à aldrabice e vale um balúrdio.  O que acontece com as peças de roupa, acontece também com as pessoas. Duarte Lima tem uma boa etiqueta e todos acreditam nela. Nero foi imperador de Roma, mandou incendiar a cidade de Roma, mas ninguém naquela época acreditou nisso, e foram os inocentes cristãos que arcaram com as culpas e com as consequências. Quando a verdade se veio a descobrir já era tarde demais para reparar os males que causou. Quem é que duvida que o dinheiro tem um poder avassalador e irresistível para os ambiciosos?  Muitos se irão decepcionar, mas serão obrigados a conformar-se.

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