TER UM PRIMEIRO MINISTRO MITÓMANO e UM PR PARTIDÁRIO É UM VERDADEIRO CAOS POLÍTICO

Ter um mitómano como Primeiro Ministro é a expressão mais acabada da depravação de um Governo. Isso só é possível num país atrasado e habitado por pessoas completamente despolitizadas. Parece até impossível que tal possa acontecer em pleno século XXI . Mais atrasado e menos democrático ainda é um povo que elege e consegue suportar, durante mais de uma legislatura, um P.R. partidário, que alimenta uma verdadeira corte de corruptos e que consente na existência de um Parlamento parasitário, que é na realidade uma reconhecida central de negócios, feitos sempre de forma a favorecer o interesse de alguns partidos e dos seus deputados e de legalizar situações verdadeiramente injustas e imorais. que não são do interesse do país nem do povo. A palavra democracia, cujo verdadeiro sentido se deveria respeitar, teria de significar, um governo do povo para o povo, começou, aqui em Portugal, a ter um significado muito ambíguo. , Depois do 25 de Abril, adquiriu um significado bem desvirtuado e totalmente adaptado ao interesse dos governantes e dos políticos e fez deles os verdadeiros substitutos da antiga e viciosa nobreza da Idade Média. A única nota de liberdade democrática que passou a ser garantida ao povo foi apenas o acto eleitoral. É realmente no acto eleitoral que se vislumbra a única manifestação democrática e que se dá ao eleitorado o livre direito de escolher o seu Governo. Em Portugal, o exercício da democracia resume-se apenas nisso. Todos sabemos por dolorosa experiência própria que depois de eleitos, os políticos e os partidos negoceiam entre si, livremente as coligações que lhes possam garantir confortáveis maiorias absolutas  desvirtuando completamente o acto democrático eleitoral e que lhes garantam o poder de tudo poder fazer sem a intervenção dos eleitores. Este tipo de democracia é uma falácia habilmente construída para tapar a boca a mentecaptos. O argumento de que os eleitores possuem representantes no Parlamento para os defender é totalmente inconsistente. O que na realidade se decide e aprova são os votos das maiorias ou da maioria. E, como existe uma coisa que se chama “Disciplina de voto” vulgo mordaça, com ela se garantirão os interesses do Governo e do partido que governa. Será que isto pode alguma vez traduzir um espírito democrático? E assim se pode afirmar na gíria popular que – com papas e bolos se enganam os tolos-. Isto pode ser tudo menos democracia. Saber porque razão os eleitores não o reconhecem é que é um verdadeiro mistério.

O pica pau angolano.

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