MORRER, O CARAÇAS…… um artigo do Prof.Francisco Moita Flores no C.M.

Comentário: Sim, dou-lhe completa razão, realmente no Portugal de hoje já só se fala em morrer, morrer é desinvestir, coisa que é muito fácil de fazer e se tornou o maior drama da nossa triste actualidade. É preciso facilitar a morte para se poderem matar quanto mais velhos possível. Deve-se até estabelecer, quanto mais depressa melhor, o número daqueles que terão de morrer e determinar, a partir daí, o número de quantos terão o direito de nascer. Não é esse afinal o belo projecto do Grupo Bilderberg que deseja reduzir drasticamente a população mundial?
Nascer é investir, é apostar no futuro de uma nação. Mas trazer novos seres ao mundo numa época tão má e difícil como esta, não será verdadeira loucura? Que futuro se lhes poderá garantir? Que educação e empregos se lhes poderão arranjar? Quanto menos pessoas houver mais farta será a repartição individual. É uma simples e lógica verdade do senhor de La Palisse. Uma fórmula prática e bem egoísta de manter sob controle a população mundial e torná-la feliz, reduzindo a distribuição de tudo. Portugal parece ter muita necessidade de se especializar nessa prática restritiva. 

 

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