SOLUÇÕES, POUCAS E PRECÁRIAS

Soluções precárias.

Portugal  não arranca e nem consegue dar a volta por cima. Temos uma verdadeira chusma de políticos palradores mas inócuos, sentados nas cadeiras da Assembleia Nacional,   que falam de tudo e de nada e que participam em inúmeras Comissões de Inquérito.  O País está repleto de analistas e de Conselheiros. Nunca houve tanta gente a avaliar e a julgar o comportamento dos gestores públicos e a analisar os  erros e faltas dos nossos governantes.

As comissões parecem-nos uma verdadeira e conveniente polícia de costumes, da qual saem recomendações morais interessantes que analisam e julgam comportamentos mas não conseguem impor sanções.

A impunidade de certos governantes e gestores é um baluarte sagrado e quase indestrutível onde abundam como nunca as soluções precárias, que o tempo empurra para o esquecimento. O destino político do nosso país nunca foi tão frágil e tão dependente de gente sem escrúpulos e poucos são os portugueses que realmente se preocupam com a soberania do país e com o seu futuro na Europa e no Mundo. A precariedade domina tudo e todos e permite-nos sobreviver até que uma solução possa vir de fora e ser-nos imposta como sanção incontornável de que não escaparemos.

 

O pica pau angolano.

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