É MELHOR UMA DITADURA COMPETENTE DO QUE UMA DEMOCRACIA DEBOCHADA

É preferível uma ditadura competente do que uma democracia debochada.

A ditadura é uma forma de governo autoritário que não permite a construção de sociedades modernas , equilibradas e justas. A ditadura não concede a um cidadão o direito de se exprimir livremente e de poder participar na construção do seu país. A democracia verdadeira é aquela que garante ao cidadão esse direito. Para isso, ela tem de ser de facto verdadeira. Existem hoje pelo mundo fora várias democracias que analisadas de perto não passam de verdadeiras e complicadas falácias. As elites políticas desonestas, muito vulgares nos nossos dias, são verdadeiramente especialistas em forja-las e constroem-nas em detrimento dos eleitores, utilizando os mais variados artifícios jurídicos. É nessa base que surge o poder discriminatório da partidocracia política. Não existe nenhuma forma pura de democracia que não possa ser profundamente contaminada pelo poder político, e é aí que reside a verdadeira ou falsa essência de uma democracia. Em Portugal e em vários outros países europeus e não só, construiu-se o conceito profundamente falso de que, basta garantir aos cidadãos o direito de votar livremente nas eleições legislativas, para se estar perante uma democracia. Nada de mais errado. Esse direito permite apenas aos eleitores a livre escolha de um partido político, ao qual, depois de vencedor, se garante a total liberdade de poder fazer os acordos políticos que mais lhe possam convir para garantir uma maioria legislativa no Parlamento. Essa maioria vai permitir-lhe governar em estado de autêntica ditadura. Que pode fazer o cidadão eleitor para o evitar? Absolutamente nada. As leis, por muito más que sejam e muito prejuízo que possam causar aos eleitores serão legitimadas pelos votos da maioria parlamentar. Portanto, aquilo que possa parecer do interesse nacional e popular, passa a ser do interesse do partido que se encontre no poder. É aqui que residem os verdadeiros problemas causados por     uma falsa democracia.  Resumindo e concluindo: se não houver uma completa separação e independência dos três poderes – Legislativo, Jurídico e Executivo, estaremos perante uma falsa democracia, aquilo a que concretamente podemos apelidar de falácia democrática. Estamos agora a querer importar do Brasil o princípio da Delação Premiada, para dar à Justiça uma muleta condenatória que a ajude a condenar um réu acusado de corrupção. É francamente ridículo. O Brasil é neste momento o verdadeiro paradigma da corrupção política, parecendo até, que esse mal se está a institucionalizar no país. Será que o modelo tem algum mérito para ser aceite na Europa e no mundo? Continuo a apontar com total convicção a Partidocracia como verdadeira e principal responsável pela corrupção. Os partidos políticos são hoje, sem dúvida, os principais responsáveis pelo alastrar quase incontrolável da corrupção e não respeitam a separação de poderes. Sempre que lhes convém contaminam o Poder Judicial. Se o respeitassem a Democracia seria de facto real e suficiente e garantiria a aplicação vertical da justiça.

 

O Pica Pau Angolano.       

 

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Uncategorized com as etiquetas . ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s