O QUE SE ESTÁ A PASSAR HOJE NO MUNDO

O que se está a passar hoje no mundo!

O que se está a passar hoje no Brasil, na Venezuela, em Portugal, na Grécia e em diversos países do mundo, só se consegue explicar fazendo uma análise histórica retrospetiva. A civilização ocidental enraizada na cultura judaico-cristã, está a ser vítima de um ataque implacável de outras culturas, que pretendem destruí-la e substituí-la em todo o mundo. Duas novas culturas conjugadas, pelo menos temporariamente, pretendem aniquilá-la e substitui-la para poderem ocupar o seu lugar e dominarem económica e politicamente o mundo. Essas duas culturas têm registado um desenvolvimento gigantesco e a cada dia que passa aumentam o seu poder devastador. Essas duas culturas são a cultura do Islão na sua vertente violenta, impiedosa  e sanguinária e a  cultura laica Comunista, que tudo promete e que apenas insubordina e destrói  a sociedade, corroendo e demolindo os princípios morais em que ela se fundamenta.  Hasteando hipocritamente a bandeira da democracia e da liberdade, consegue convencer facilmente os incautos de que o homem deve lutar para ser inteiramente livre de compromissos sociais e morais exigindo dos governos a plena  satisfação das suas necessidades primárias, alimentação e trabalho bem remunerado, sem que para isso tenha de participar com o seu esforço e capacidade. Num tipo de sociedade construída com base nestes princípios errados, o patriotismo e o nacionalismo não fazem qualquer sentido. A  própria família perde todo o seu sentido e o respeito devido aos pais acaba mesmo por desaparecer.  O objectivo é apenas um,  servir fielmente os princípios e os objectivos do  partido para que ele se torne mais forte e dominante. A pátria não  existe e não faz qualquer sentido. O que realmente conta é o benefício pessoal de cada acto. Quando estes resultados são atingidos as sociedades roídas e esvaziadas de valores por dentro, estarão prontas para serem mentalizadas, alienadas e destruídas.

Quando terminou a 2º Guerra mundial as duas grandes nações que emergiram da coligação europeia que alcançou a vitória sobre o nazismo, começaram de imediato a preparar-se para dominar o mundo.   A América do Norte,  consolidou o seu  poder preponderante sobre o mundo. A Rússia, aproveitou-se da vitória alcançada na guerra para se espreguiçar e expandir o comunismo para além das suas fronteiras. O seu propósito era expandir ao máximo a doutrina comunista para todo o lado, porque se havia criado um clima muito favorável e a Rússia conseguira alcançar a simpatia e a gratidão do mundo inteiro.

A Europa Ocidental foi a primeira e a  principal vítima do comunismo e vários países europeus começaram então a ser desestabilizados. Os governos fascistas europeus perderam toda a simpatia e começaram a sofrer de imediato o impacto do comunismo soviético. Os seus governos fascistas autoritários tinham de mudar e os países colonialistas tinham de conceder o mais depressa possível a independência aos territórios que administravam como colónias ou protectorados. A promoção dos territórios coloniais a territórios independentes passou a ser exigida nas Nações Unidas com a maior prioridade. Portugal não acatou essa deliberação e negou-se a descolonizar os seus territórios ultramarinos.  Essa deliberação deu origem, no caso português, a uma longa e desgastante guerra colonial que custou muitas vidas de europeus e de africanos.  Portugal lutou pela conservação dos seus territórios até ao limite das suas forças mas sem êxito. O comunismo, o desgaste e o cansaço da guerra, em várias frentes de combate, acabaram por levar o exército a desistir dessa luta. O acto analisado com rigor não passava de uma vergonhosa traição, mas os tempos tinham mudado e essa análise, se bem que justa, perdera a consistência e o apoio popular da grande maioria do povo português.  O Governo do Estado Novo, agarrado a princípios ultrapassados, poderia ter agido de forma diversa e inteligente, mas esgotou-se na sua permanente teimosia. Seria tudo mais fácil e mais decente e o resultado seria bem diferente para Portugal,  para os territórios do Ultramar e para todos os seus habitantes. Acabou tudo numa grande tragédia a que se seguiu uma sangrenta e devastadora guerra civil. Inteiramente à vontade, a América e a Rússia, que, como grandes aves necrófagas, aguardavam o momento próprio para se lançarem sobre a presa caída, desceram dos seus poleiros para se apropriarem dos enormes recursos do território angolano que foram sempre o alvo da sua cobiça. Para que tudo pudesse ter um pálido aspecto de legalidade era necessário instalar um governo fantoche. Surge então o MPLA que podia preencher esse requisito perfeitamente e a quem foi dado todo o apoio militar para vencer os outros partidos nacionalistas, posto que a sua representatividade fosse mínima junto do povo angolano. É aqui que surge a figura de José Eduardo dos Santos um pupilo russo, criado e alimentado em Baku com o qual se formou a poderosa dinastia dos EDU, cujo objectivo principal era pilhar os recursos do território angolano através da concessão apetitosa de vultuosas propinas para ele e para sua família.  Mas o povo angolano ficou à margem de toda esta riqueza, sofre toda a espécie de carências e vive num atroz limiar de pobreza não tendo mais de 2 míseros dólares por dia para se poder sustentar. Não se pense porém que isto se fez sem a colaboração do próprio Governo Português e das elites políticas portuguesas. Todavia com tantos dólares roubados e tanto dinheiro lavado, os governos portugueses após o 25 de Abril nunca conseguiram governar Portugal com competência e Portugal é hoje uma nação classificada como lixo económico pelo rating internacional.

Qual será pois a diferença entre os nossos políticos e as quadrilhas criminosas que estão a querer apossar-se do poder, para  fazer do Brasil um país falido e hipotecado, que continue contudo a gerar milhões de reais para as suas contas offshore? As elites políticas não se preocupam nada com o perigo que essa prática representa para a estabilidade e independência económica do Brasil. Preocupam-se apenas em encher os seus bolsos e fazer crescer as suas contas pessoais. A multiplicidade de partidos criados para confundir os eleitores, a multiplicidade de organismos oficiais com poderes largamente diferenciados que apreciam todas as questões, e que julgam, decidem condenam e absolvem é de tal envergadura e diversidade, que já ninguém  consegue saber o que está certo e o que está errado. E enquanto o pau vai e vem os quadrilheiros políticos governam-se largamente e consomem as gorduras do país.  Estes hábeis senhores, grande parte deles advogados sem escrúpulos, vão saltando de poleiro em poleiro enquanto houver poleiros disponíveis. O P.T. é o partido político de que mais se servem para enganar o povo humilde, que na sua grande ingenuidade acredita que as suas promessas se cumprirão. Infelizes que tão facilmente se deixam enganar e que não percebem que eles não passam de verdadeiros obreiros comunistas. Sondem cuidadosamente o P.C. e verão os frutos destrutivos que ele já gerou nos países que abraçaram a sua doutrina anti natural. O mundo tem de acordar e reagir unido, para destruir os objetivos da Nova Ordem Mundial que pretende globalizar todo o poder nas mãos de um único ditador, exterminando quem se lhe opuser.

 

O Pica Pau Angolano     

 

 

 

 

 

 

    

         

 

 

Anúncios
Esta entrada foi publicada em POLÍTICA MUNDIAL com as etiquetas . ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s