ADOLF HITLER – HISTÓRIA

COMENTÁRIO:- UM EXCELENTE TRABALHO DE INFORMAÇÃO. MUITO COMPLETO  E  EXTRAORDINARIAMENTE  DIDÁCTICO.  PARABÉNS  AO AUTOR.

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ETS ALIENÍGENAS – NOSTALGIA

COMENTÁRIO:- ESTES  VIDEOS  QUE  ABORDAM   ASSUNTOS  POLÉMICOS DEVEM SER OBSERVADOS COM INTERESSE, MAS SOB RESERVA, PORQUE CARECEM     DE   PROVAS   CONCLUSIVAS   E     IMAGENS   CONCRETAS OFICIALIZADAS. 

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QUAL A ORIGEM DA LUA ?

COMENTÁRIO: EXPLICAÇÃO ASTRONÓMICA INTERESSANTE E DE FÁCIL COMPREENSÃO.   UMA   FORMA   SIMPLES   E   AGRADÁVEL   DE   PODER ENTENDER UM POUCO MAIS O UNIVERSO EM QUE VIVEMOS. 

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O QUE MATOU OS DINOSSAUROS ? NOSTALGIA CIÊNCIA

COMENTÁRIO: INTERESSANTÍSSIMO. VALE A PENA ASSISTIR POR COMPLETO.

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COMO SURGEM OS BURACOS NEGROS. NOSTALGIA CIÊNCIA

COMENTÁRIO:-   ESTE  INTERESSANTE  VIDEO   VAI   CERTAMENTE RESPONDER A MUITAS DAS SUAS PERGUNTAS SOBRE OS BURACOS NEGROS. 

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500 ANOS EM 1 HORA/HISTÓRIA DO BRASIL

COMENTÁRIO:- UM RELATO MUITO INTERESSANTE SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL A PARTIR DE DADOS REAIS.

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OS FOGOS EM PORTUGAL E NA ESPANHA. GRANDES DIFERENÇAS NA FORMA DE ENCARAR O PROBLEMA.

Os incêndios na Galiza e em Portugal,do passado fim de semana, podem ter  começado   na mesma  altura, mas tiveram   resultados     bem     diferentes.   Os  espanhóis contabilizaram quatro mortos e 35.500  hectares de área ardida, enquanto os fogos em Portugal — o país europeu com maior número de incêndios e  de   área queimada — fizeram até agora 43 mortos e 150 mil hectares  de área ardida.

 O jornal espanhol El País comparou os fogos e destacou como diferenças o investimento feito na prevenção, nas políticas e na profissionalização dos bombeiros.

A questão da distribuição do território também é destacada no artigo. Em Portugal, 85% da floresta é propriedade privada, sendo que o Estado só tem 2%, e o resto são áreas públicas. A percentagem de área privada noutros países europeus é mais baixa: em França são 75%, em Espanha 70%, em Itália 66% e na Grécia 22%.

“Sabe-se que quase todos os montes são privados, mas pouco mais se sabe. (…) Não se sabe de quem é a floresta, quem lá vive e quem lá morre”, escreve o jornalista Javier Martín del Barrio.

  • No que toca à profissionalização dos bombeiros, Portugal conta com dois mil bombeiros profissionais e em Espanha há 20 mil. “Portugal combate os incêndios com bombeiros voluntários; Espanha com profissionalismo e conhecimentos”, disse ao jornal Paulo Fernandes, engenheiro florestal português, acrescentando que 90% dos bombeiros que combatem os fogos são voluntários.

Nos fogos do fim de semana passado, havia o mesmo número de operacionais no terreno em Portugal e na Galiza: cinco mil. A diferença era que em Espanha os incêndios estavam a ser combatidos por militares e bombeiros profissionais e em Portugal a maior parte eram bombeiros voluntários.

O especialista em fogo destaca ainda outra diferença: as políticas de prevenção e o combate aos incêndios.

Na sequência dos incêndios de 1989 na Galiza, que fizeram quatro mortos e 200 mil hectares de área ardida — “o ano de 1989 foi para a Galiza aquilo que 2017 foi para Portugal”, lê-se no El País –, em 1990, foi criada uma direção que coordena a prevenção e combate aos incêndios. Essa direção inclui, desde 2005, uma unidade de intervenção militar urgente (UME), que no incêndio do fim de semana passado só precisou de algumas horas para entrar em ação — em Pedrógao Grande foram precisos três dias para os militares começarem a intervir.

Recorde-se que em Portugal, as responsabilidades estão repartidas entre a GNR, a Proteção Civil e os Ministérios do Ambiente e Administração Interna. A Comissão Técnica Independente, que elaborou o relatório sobre o que se passou em Pedrógão Grande, recomendou precisamente a criação de um organismo único e que centralizasse as funções de vigilância, prevenção e combate.

“Nos anos 90, a Espanha e a Galiza mudaram o plano de extinção; fizeram-no com mais eficiência, mais baseado no conhecimento, é mais profissional e combate-se [o fogo] com técnicas florestais”, acrescentou Paulo Fernandes ao jornal espanhol. A Galiza, aliás, foi a primeira a usar hidroaviões, técnicas de fogo controlado, centros de coordenação e na criação câmaras automáticas de vigilância, destaca ainda o jornal.

valor do orçamento para as florestas e o seu destino também é bem diferente: “Na Galiza, dois terços do orçamento destina-se à prevenção [dos fogos] e apenas um terço ao combate. Em Portugal é o contrário”, explicou Paulo Fernandes. “Apenas 5% do orçamento da floresta é para os trabalhos de prevenção, como limpeza das florestas ou criação de contra-fogos, cerca de 15% é para vigilância e o resto para o combate.”

Portugal investe 100 milhões de euros na extinção dos incêndio enquanto Espanha investe dois mil milhões, refere ainda o El País.

“Se 4% do orçamento para a extinção fosse dado à prevenção, haveria uma resposta efetiva ao problema”, defendeu Domingos Lopes, diretor do Departamento de Ciências Florestais da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

COMENTÁRIO: As diferenças são espantosas, mas não são apenas estas e quanto a mim,  o nosso modelo de governo e a constituição que possuímos é em grande parte responsável por aquilo que acontece no nosso país. Nós vivemos na ilusão de possuir um regime político democrático, mas a nossa democracia  não  é real.   O  único   sinal  de  democracia  que   possuímos manifesta-se somente no acto eleitoral, porque permite aos eleitores a liberdade de voto. Cada eleitor pode votar livremente e sem constrangimento num partido da sua preferência, sem que contudo conheça o mérito dos políticos em que vota. Nem sequer sabemos qual é o mérito e a capacidade do Secretário Geral do partido em que votamos. A sua escolha baseia-se quase sempre  nas   promessas   eleitorais  do candidato  a  primeiro   ministro, promessas que  a maior parte das vezes são  apenas  eleitorais  e  sem   o propósito de serem cumpridas. Depois da vitória eleitoral, o Secretário Geral do partido vencedor escolhe sem qualquer intervenção dos eleitores os seus ministros e  os  seus   secretários   de   estado.  Os  eleitores   não   conhecem minimamente o valor profissional dessas pessoas. São obrigados a aceitá-las sem tossir nem mugir.   Grande  parte  das  vezes (como se  esta violação das regras democráticas não bastasse)   procura   ainda   fazer  uma aliança com outro   partido   político,  para    que  dessa  forma  obtenha   uma   maioria parlamentar  e acaba  por  ficar  a  governar  num  verdadeiro  regime  de ditadura,  aprovando no Parlamento todas as leis que quiser sem que os eleitores as sancionem. Eu não posso considerar um Governo desse tipo, um governo democrático. Trata-se apenas duma ditadura democrática. Quando, num governo, os partidos políticos em vez de se submeterem ao Governo e à lei se sobrepõem à lei e só querem mandar e colher benefícios, a democracia não   existe.    Também não  concordo  com  a  impunidade   política   dos governantes.    Um   governante   deve    assumir   plenamente    as   suas responsabilidades e se cometer faltas ou erros graves deve ter de responder por isso. Isso é prática corrente nas empresas com   os   seus gestores, e no Governo não deve ser diferente, deve ainda haver muito mais rigor e mais competência na gestão dos bens públicos. Os governantes devem procurar servir o Governo e o país com responsabilidade e competência.  São pagos generosamente para isso. Não devem servir esses cargos para enriquecer ou por interesse pessoal, devem servir o Estado com zelo e dedicação patriótica. Esse é o dever cívico que todo o cidadão deve ter muito orgulho em cumprir.

O Pica Pau Angolano

                            

   

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